
O paulistano Fabio Cadore possui trajetória rica e precoce. Aos 6 anos de idade, começou a explorar o violão de forma autodidata. Aos 13, ingressou no Centro de Estudos Musicais Tom Jobim para cursar música erudita, o que o leva a atuar como violonista em recitais solo e participar de um quinteto de violões e também da orquestra Bella Camerata. Aos 17 anos, passa a se dedicar exclusivamente à música popular brasileira, ingressando na faculdade de Música da qual gradua-se em 2006 para, daí em diante, seguir carreira pelos palcos.
Em 2008, Fábio lançou “Lúdico Navegante”, seu primeiro álbum, tendo como companheiros de destaque o pianista Fabio Torres e um naipe de cordas liderado por Ricardo Takahashi, além de participações especiais do cantor e compositor Filó Machado e da cantora Karina Ninni. O disco foi produzido pelo próprio Cadore e masterizado por André Geraissati.
Entre outras atividades, participou do projeto “Novos compositores”, idealizado pela cantora e fotógrafa Dani Gurgel e fez participação especial no disco do compositor Tó Brandileone, cantando a faixa “Primaveras perdidas”.
Nos primeiros passos de uma carreira internacional, “Lúdico Navegante” teve boa vendagem no Japão e rendeu a Fabio um convite para participar da produção do novo álbum do pianista e compositor coreano Jung Bum Kim.
Acompanhando-se ao violão, o cantor gravou seus dois vídeos nas dependências do Sesc Pinheiros, onde faria um show horas mais tarde. A vontade de ter alguma natureza ao redor levou a interpretação do Lado A, "Sublime" (Fabio Cadore), para o terraço. Já o Lado B, "Centelha" (Fabio Cadore), Fabio queria fazer em um teatro vazio - acabou convivendo, no entanto, com as pessoas que preparavam o seu próprio show.